Quer explorar mais filmes de todo o mundo? Esses são os filmes brasileiros mais bem avaliados pela IMDb atualmente disponíveis na Netflix.
O Brasil é um país intrigante e diversificado e seus filmes também o são. De musicais e filmes com carga política a filmes com temática LGBTQ+, as opções são emocionantes. O país também é conhecido pelo cinema Cidade de Deus , Esquadrão de Elite , e Orfeu Negro .
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Há uma variedade de filmes e séries de TV brasileiros na Netflix que vale a pena conferir. Esses poucos servem como um grande levantamento do cinema brasileiro, bem como uma visão direta de algumas das diversas culturas do país.
Paraíso Perdido (2018) - 7.0
Paradise Lost é o nome de uma boate que está no centro deste drama repleto de música. Embora a história pareça uma novela, a essência principal é que um policial é contratado para ser guarda-costas de uma drag queen e acaba se aproximando dos maravilhosos desajustados do clube.
O elenco inclui o cantor/ator Seu Jorge, cuja música é muito utilizada no filme de Wes Anderson A Vida Aquática com Steve Zissou, e Erasmo Carlos, cuja música está presente em dezenas de filmes brasileiros, além de Os Doze Oceanos .
Laerte-se (2017) - 7,0
Neste documentário original da Netflix, o famoso cartunista brasileiro Laerte Coutinho reflete sobre ser transgênero aos 58 anos e sobre a vida em geral. Laerte ficou famosa como cartunista underground na década de 1980 e continua comentando a vida como ela a vê.
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Este filme sobre a vida apresenta uma perspectiva franca e íntima sobre vários aspectos da vida e da arte de Laerte. Este documentário não é apenas um olhar sincero sobre a vida de uma celebridade trans, mas também um olhar fascinante sobre o processo de um artista.
M-8 (2019) - 7,0
O subtítulo deste filme é 'Quando a Morte Resgata a Vida', o que é uma descrição intrigante deste drama sobre Maurício, estudante da Universidade Federal de Medicina de Minas Gerais. Logo na primeira aula de anatomia, Maurício conhece M-8, cadáver que ele e seus colegas estudarão para o curso.
Maurício é o único estudante negro na prestigiada universidade e deve lidar com questões raciais à medida que avança. Ele também sente uma conexão com M-8 porque também é negro. Na versão brasileira do Oscar, este filme ganhou os dois melhores diretor e melhor roteiro e vale a pena assistir.
Ex-Xamã (2018) - 7,1
Esta imagem fascinante do antropólogo e cineasta Luiz Bolognesi é um híbrido de documentário/ficção. Segue Perpera, um ex-xamã, da tribo indígena Paiter Suruí que vive na bacia amazônica. Desde o seu primeiro encontro com o mundo exterior, os Paiter Suruí têm sido desafiados pela religião, cultura e tecnologia externas.
Perpera trabalha para cuidar de seu povo, que aceita o cristianismo e a aspirina, mantendo as tradições e a cultura. Bolognesi confunde com maestria a linha entre a realidade e a ficção, assim como as linhas entre as vidas se conectam e se desconectam da floresta.
7Prisioneiros (2021) - 7,1
Um jovem chamado Mateus deixa a família no interior para ganhar dinheiro para eles em São Paulo. Ele encontra um emprego trabalhando duro em um ferro-velho para um homem chamado Luca, interpretado por Rodrigo Santoro ( Mundo Ocidental, 300) . Involuntariamente, Mateus é forçado a entrar na rede de tráfico humano de Luca.
Este drama policial em estilo documentário é uma obra-prima moderna que enfrenta a realidade do trabalho escravo no mundo de hoje. O drama ininterrupto e emocionante ganhou elogios da crítica e do público, incluindo Melhor Filme Estrangeiro no Festival de Cinema de Veneza.
O Limite da Democracia (2019) - 7.2
Este documentário intensamente pessoal analisa as presidências de Lula da Silva, Dilma Rousseff e Bolsonaro através do ponto de vista da aclamada diretora Petra Costa. Costa reflete sobre a ascensão e queda dos líderes de seu país à medida que o Brasil se torna cada vez mais dividido.
O filme é um alerta sobre o quão frágeis os governos podem ser, não apenas num país, mas em todo o mundo. Esta importante documentação do Brasil foi indicada ao Oscar e ganhou o Prêmio Peabody.
A Última Floresta (2012) - 7,4
Assim como em seus trabalhos posteriores, o diretor Luiz Bolognesi combina o estilo documental com cenas dramatizadas para retratar as lutas de uma comunidade indígena que vive na floresta amazônica. Os Yanomami viveram isolados por 500 anos antes da invasão de não-nativos.
Este filme homenageia as lindas cores e sons que cercam o cotidiano dos Yanomami ao mesmo tempo em que conta histórias de sua cultura e comunidade, bem como como ela mudou com o contato com o mundo ocidental. A Última Floresta ganhou vários prêmios, incluindo Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Berlim.
O Começo da Vida (2016) - 7,6
Este documentário analisa a neurociência atual e como ela ajuda a compreender o desenvolvimento da primeira infância. O começo da vida analisa o que torna cada ser humano um indivíduo, bem como o que conecta toda a humanidade. Pais e cientistas de todo o mundo discutem como e o que as crianças crescem e aprendem desde a infância.
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Embora brasileira, esta é uma história muito universal, incluindo entrevistas de uma infinidade de comunidades e culturas. O filme apresenta uma cinematografia maravilhosa e uma documentação infinitamente fascinante da maravilha que é a infância.
Elena (2012) - 7,6
Nos primeiros trabalhos da diretora Petra Costa, sua irmã mais velha mudou-se de São Paulo para Nova York para tentar seguir o sonho dela (e de sua mãe) de se tornar atriz de cinema. Petra, 20 anos mais nova que Elena, também vai para Nova York, com apenas algumas pistas sobre a vida da irmã.
Através de filmes caseiros e documentação escrita, Costa tece os fios que ligam duas irmãs há muito separadas. Este filme lindo, nostálgico e profundamente poético é bastante incomum para uma aquisição da Netflix e vale muito a pena assistir.
Emicida: AmarElo - It's All For Yesterday (2020) - 8.5
Emicida é atualmente um dos principais artistas e MCs de hip-hop do Brasil, mas também é um ativista que trabalha para educar seu país (e o mundo) sobre o racismo e o legado da escravidão no Brasil. Emicada fala muito sobre as questões raciais em seu país, que são muito semelhantes às dos EUA.
Este documentário musical intercala a educação e a celebração da cultura negra brasileira entre peças da apresentação ao vivo de Emicida no Teatro Municipal de São Paulo. Não é nenhuma surpresa que este documento seja a produção brasileira de maior audiência da Netflix, com sua mistura magistral de uma lição de história com hip-hop, samba e rap envolventes.
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